Nesta última semana, as feministas de outrora reviraram em seus túmulos após o episódio da Uniban. Para quem não sabe, uma garota graduanda na Uniban foi à escola vestindo um microvestido, o qual foi julgado como inapropriado para o ambiente universitário.
Porém, a manifestação contra as vestimentas da aluna foi feita através de gritos, ameaças contra a integridade física e sexual da jovem, sob ameaça de estupro e ofensas orais.
O episódio deve ser comparado, assim como foi por um psicólogo que infelizmente não me recordo o nome, como comportamento semelhante a de presidiários, criminosos.
Convenhamos, o Brasil é um país de mulheres melancias, melões, morangos, etc, as quais se sujeitam a expor suas imagens através de muito apelo sexo e, ao meu ver, absurdamente vulgar. Porém, aparentemente o episódio da Uniban foi a gota d'água, os alunos ofensores da Uniban resolveram retomar o equilíbrio moral do país! Claro, é tudo uma mentira e muito sarcasmo.
O episódio revela apenas a inversão de valores que a geração atual está fazendo. Não se reconhece mais no outro a condição de humano, de ser da mesma espécie e mesma condição. Ser pessoa é ser bicho, literalmente, o civilismo já não existe, muito menos o respeito para com o próximo.
Estamos em pleno século 21 e nós mulheres achamos que tínhamos alcançado algum direito no Brasil, mero engano. Mulheres e homens têm os mesmo direitos, independente de qualquer discriminação, roupa inclusa.
Uma prostituta, uma cafetina, uma traficante, uma mãe, uma filha, uma freira, uma santa, todas as mulheres (pessoas!) tem o direito a tudo que exista de direito nesse mundo. Direito a integridade física e sexual, direito a dignifidade, a segurança, a direitos humanos, a TUDO! Só porque uma pessoa estava usando uma roupa inapropriada não justifica tratá-la como a bruxa herege da era medieval, cuja fogueira era seu destino certeiro.
Somos mulheres, somos pessoas, somos seres humanos, merecemos respeito e temos direitos!
Porém, a manifestação contra as vestimentas da aluna foi feita através de gritos, ameaças contra a integridade física e sexual da jovem, sob ameaça de estupro e ofensas orais.
O episódio deve ser comparado, assim como foi por um psicólogo que infelizmente não me recordo o nome, como comportamento semelhante a de presidiários, criminosos.
Convenhamos, o Brasil é um país de mulheres melancias, melões, morangos, etc, as quais se sujeitam a expor suas imagens através de muito apelo sexo e, ao meu ver, absurdamente vulgar. Porém, aparentemente o episódio da Uniban foi a gota d'água, os alunos ofensores da Uniban resolveram retomar o equilíbrio moral do país! Claro, é tudo uma mentira e muito sarcasmo.
O episódio revela apenas a inversão de valores que a geração atual está fazendo. Não se reconhece mais no outro a condição de humano, de ser da mesma espécie e mesma condição. Ser pessoa é ser bicho, literalmente, o civilismo já não existe, muito menos o respeito para com o próximo.
Estamos em pleno século 21 e nós mulheres achamos que tínhamos alcançado algum direito no Brasil, mero engano. Mulheres e homens têm os mesmo direitos, independente de qualquer discriminação, roupa inclusa.
Uma prostituta, uma cafetina, uma traficante, uma mãe, uma filha, uma freira, uma santa, todas as mulheres (pessoas!) tem o direito a tudo que exista de direito nesse mundo. Direito a integridade física e sexual, direito a dignifidade, a segurança, a direitos humanos, a TUDO! Só porque uma pessoa estava usando uma roupa inapropriada não justifica tratá-la como a bruxa herege da era medieval, cuja fogueira era seu destino certeiro.
Somos mulheres, somos pessoas, somos seres humanos, merecemos respeito e temos direitos!

Um comentário:
E tenho dito!!!!
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